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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Jornal Cidade de Porto - Editorial - 26 de outubro de 2011
" Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis" (Bertold Brecht)
Na semana passada começaram a correr comentários sobre o fechamento da Escola Estadual Monsenhor Seckler.
Professores, funcionários, pais e alunos fizeram reuniões para discutir o que estava acontecendo e quais providências deveriam ser tomadas.
Como resultado marcaram, por meio das redes sociais, um ato de manifestação contra a “extinção do Monsenhor”.
O Jornal Cidade de Porto acompanhou a passeata realizada no dia 24 de outubro.
Além da matéria “Salve Monsenhor!” na página 03, publicamos um histórico da Escola que é um dos patrimônios da Terra das Monções.
Entre apelos vindos dos jovens estudantes – lutando pelos seus direitos – e a necessidade de uma educação de qualidade sempre buscada e reivindicada pelos professores e demais trabalhadores da educação, é sempre necessário seguir o caminho do diálogo, ou seja, o Governo Estadual deve ouvir as reivindicações e avaliar com responsabilidade e bom senso seu programa voltado à educação observando a realidade do município de Porto Feliz.
http://julioyamamoto.blogspot.com/
Na semana passada começaram a correr comentários sobre o fechamento da Escola Estadual Monsenhor Seckler.
Professores, funcionários, pais e alunos fizeram reuniões para discutir o que estava acontecendo e quais providências deveriam ser tomadas.
Como resultado marcaram, por meio das redes sociais, um ato de manifestação contra a “extinção do Monsenhor”.
O Jornal Cidade de Porto acompanhou a passeata realizada no dia 24 de outubro.
Além da matéria “Salve Monsenhor!” na página 03, publicamos um histórico da Escola que é um dos patrimônios da Terra das Monções.
Entre apelos vindos dos jovens estudantes – lutando pelos seus direitos – e a necessidade de uma educação de qualidade sempre buscada e reivindicada pelos professores e demais trabalhadores da educação, é sempre necessário seguir o caminho do diálogo, ou seja, o Governo Estadual deve ouvir as reivindicações e avaliar com responsabilidade e bom senso seu programa voltado à educação observando a realidade do município de Porto Feliz.
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Jornal Cidade de Porto - Editorial - 19 de outubro de 2011
Em 2010, o termo “Jovem” foi incluído na Constituição Federal e, no dia 6 de outubro o Estatuto da Juventude foi aprovado na Câmara dos Deputados. Assim, o Estatuto junta-se ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e ao Estatuto do Idoso.
Para se chegar até este momento histórico é necessário lembrarmos que, na década de 1980, toda a sociedade brasileira buscou consolidar políticas públicas voltadas à redução da mortalidade infantil. Investimentos em saúde com o combate às doenças como a poliomielite e viroses, redução de mortes por desidratação e redução da baixa qualidade nutricional. Investimentos em educação, sobretudo na educação básica.
Como conseqüência ocorreu o aumento da expectativa de vida e o conseqüente aumento de jovens no Brasil.
Infelizmente não foram criados postos de trabalho na mesma proporção, as políticas públicas voltadas à educação caminharam no sentido de menos investimentos na educação pública e, dentre outros pontos, os jovens brasileiros se tornaram as maiores vítimas da violência.
Há bem pouco tempo, mais precisamente em 2005, foram criados a Secretaria Nacional de Juventude, o Conselho Nacional de Juventude, o ProJovem, o ProUni, dentro da Política Nacional de Juventude.
Assim, esperamos que o Estatuto da Juventude, seja mais uma ferramenta para a garantia e efetivação dos direitos dos jovens brasileiros e que em Porto Feliz, os investimentos em educação, saúde, moradia, desenvolvimento econômico e sustentável contemplem nossa juventude urbana e rural com políticas públicas voltada à realidade do município.
“Jornal Cidade de Porto – Nossa Cidade, Nosso Jornal”.
http://cidadedeporto.blogspot.com/
Para se chegar até este momento histórico é necessário lembrarmos que, na década de 1980, toda a sociedade brasileira buscou consolidar políticas públicas voltadas à redução da mortalidade infantil. Investimentos em saúde com o combate às doenças como a poliomielite e viroses, redução de mortes por desidratação e redução da baixa qualidade nutricional. Investimentos em educação, sobretudo na educação básica.
Como conseqüência ocorreu o aumento da expectativa de vida e o conseqüente aumento de jovens no Brasil.
Infelizmente não foram criados postos de trabalho na mesma proporção, as políticas públicas voltadas à educação caminharam no sentido de menos investimentos na educação pública e, dentre outros pontos, os jovens brasileiros se tornaram as maiores vítimas da violência.
Há bem pouco tempo, mais precisamente em 2005, foram criados a Secretaria Nacional de Juventude, o Conselho Nacional de Juventude, o ProJovem, o ProUni, dentro da Política Nacional de Juventude.
Assim, esperamos que o Estatuto da Juventude, seja mais uma ferramenta para a garantia e efetivação dos direitos dos jovens brasileiros e que em Porto Feliz, os investimentos em educação, saúde, moradia, desenvolvimento econômico e sustentável contemplem nossa juventude urbana e rural com políticas públicas voltada à realidade do município.
“Jornal Cidade de Porto – Nossa Cidade, Nosso Jornal”.
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domingo, 9 de outubro de 2011
Xadrez ao Cubo
Nos dias 25 de setembro a 01º de outubro ocorreu o “Grand Slam de Xadrez 2011”, no Parque do Ibirapuera, São Paulo.
Os melhores jogadores do mundo estiveram participando, como o atual campeão mundial Viswanathan Anand.
Uma novidade ficou por conta das partidas serem disputadas em um cubo de vidro, de forma que as pessoas assistiram sem atrapalhar a concentração dos competidores.
Ainda, os visitantes tiveram a oportunidade de participar de torneios abertos relâmpagos e assistir aulas gratuitas, dentre outras atividades.
Lembro que, no ano passado assisti na faculdade a uma palestra sobre os “Valores Educacionais do Xadrez” com o professor e enxadrista mestre internacional Adriano Caldeira. Na sua apresentação Adriano Caldeira falou sobre a importância do xadrez na educação, os benefícios que o praticante desenvolve tais como atenção e concentração, criatividade, memória, raciocínio, planejamento estratégico, dentre outros.
O professor apresentou o projeto “Xadrez na Escola”, que é realizado em diversas escolas do Brasil, sendo utilizado como ferramenta didática, para o aprendizado de História, Geografia, Matemática e estímulo ao convívio social e melhora da auto-estima. Estamos mantendo contato para que o projeto possa começar em nossa cidade e buscando parceiros no projeto.
Após a palestra, ocorreu uma simultânea, com o professor-enxadrista disputando 24 jogos “contra” os alunos. O resultado foram vinte e três vitórias e um empate.
Digo que tive a honra de participar e jogar. Perdi, claro, mas para mim foi uma experiência que guardo com carinho.
A todos faço o convite para conhecerem e aprenderem a jogar xadrez, e nunca é demais citar, como exemplo, pessoas famosas como Napoleão, Einstein, Machado de Assis, Lênin, Goethe, Newton e outras.
Curiosidade: O xadrez é o segundo esporte mais praticado do mundo!
Os melhores jogadores do mundo estiveram participando, como o atual campeão mundial Viswanathan Anand.
Uma novidade ficou por conta das partidas serem disputadas em um cubo de vidro, de forma que as pessoas assistiram sem atrapalhar a concentração dos competidores.
Ainda, os visitantes tiveram a oportunidade de participar de torneios abertos relâmpagos e assistir aulas gratuitas, dentre outras atividades.
Lembro que, no ano passado assisti na faculdade a uma palestra sobre os “Valores Educacionais do Xadrez” com o professor e enxadrista mestre internacional Adriano Caldeira. Na sua apresentação Adriano Caldeira falou sobre a importância do xadrez na educação, os benefícios que o praticante desenvolve tais como atenção e concentração, criatividade, memória, raciocínio, planejamento estratégico, dentre outros.
O professor apresentou o projeto “Xadrez na Escola”, que é realizado em diversas escolas do Brasil, sendo utilizado como ferramenta didática, para o aprendizado de História, Geografia, Matemática e estímulo ao convívio social e melhora da auto-estima. Estamos mantendo contato para que o projeto possa começar em nossa cidade e buscando parceiros no projeto.
Após a palestra, ocorreu uma simultânea, com o professor-enxadrista disputando 24 jogos “contra” os alunos. O resultado foram vinte e três vitórias e um empate.
Digo que tive a honra de participar e jogar. Perdi, claro, mas para mim foi uma experiência que guardo com carinho.
A todos faço o convite para conhecerem e aprenderem a jogar xadrez, e nunca é demais citar, como exemplo, pessoas famosas como Napoleão, Einstein, Machado de Assis, Lênin, Goethe, Newton e outras.
Curiosidade: O xadrez é o segundo esporte mais praticado do mundo!
Uma outra cidade possível: O Orçamento Participativo como instrumento necessário de participação popular
Recentemente estive acompanhando o presidente da Câmara Municipal de Porto Feliz vereador Roberto Brandão Rodrigues (PT), na audiência pública regional que discutiu o Orçamento do estado de São Paulo para 2012, na Câmara Municipal de Sorocaba.
Na discussão do orçamento do estado são importantes as audiências públicas regionais, pois assim a população e seus representantes podem dialogar com os deputados estaduais e apresentar sugestões de acordo com a realidade da região de Sorocaba. Espero que este seja o início da caminhada para a realização do Orçamento Participativo Estadual.
O vereador Robertinho apresentou por meio de ofício sugestão de construção de creches em Porto Feliz e o prefeito Cláudio Maffei (PT) a duplicação da SP 97 (trecho Porto Feliz a Sorocaba), asfaltamento da estrada Bom Retiro, dentre outras sugestões.
Louvável as sugestões ao governo do estado de São Paulo e acredito que, se nossos representantes locais se pronunciam nas questões referentes ao orçamento estadual, por que não começarmos a pensar sobre a participação popular nas discussões sobre o orçamento anual municipal?
Há algum tempo acompanho sobre Democracia Participativa, e participação cidadã. Um dos meios da efetivação da participação popular se dá pelo processo do Orçamento Participativo.
Mas o que é Orçamento Participativo?
O Orçamento Participativo é uma importante ferramenta de controle social, para colaborar com a participação do cidadão em decisões que influenciarão na sociedade, quer seja no âmbito municipal, estadual ou federal.
De acordo com o professor e doutor em educação Eduardo Tadeu Pereira, o Orçamento Participativo (OP) “é instrumento fundamental de educação política no sentido de proporcionar, por meio de diferentes atividades, a possibilidade de se construir um novo senso comum emancipatório, que aponte no sentido de uma nova organização social, um “outro mundo possível”, baseado em novo senso comum contra-hegemônico.”
O procedimento do OP é dividido em fases, que são chamadas de plenárias regionais, momento de levantamento das demandas do bairro ou região, da escolha dos delegados, discussão em plenárias temáticas sobre saúde, educação, obras, dentre outros temas, e por fim, a formação do conselho municipal do orçamento participativo que acompanhará a execução do orçamento anual encaminhado pelo Executivo à Câmara Municipal.
Ouvimos muito sobre Transparência e principalmente Transparência Social, e acredito que podemos e devemos iniciar estudos de criação do OP em Porto Feliz, até para contribuirmos com o disposto no Estatuto da Cidade, art. 4º, letra “e”, em que um dos instrumentos de política urbana é o orçamento anual, e, para garantir a gestão democrática da cidade deverão ser utilizados todos os instrumentos necessários à participação popular.
Em Tempo: No dia 28 de setembro de 2011, será realizada audiência pública para Elaboração do Orçamento para o exercício de 2012, a partir das 14h, no auditório da Prefeitura Municipal, na Rua Adhemar de Barros, 340, Centro.
Julio Yamamoto é graduado em Direito, consultor imobiliário e assessor de gabinete do presidente da Câmara Municipal de Porto Feliz. Participa desde 2007 do Fórum Paulista de Participação Popular (FPPP). Email: julioyamamotopf@hotmail.com
Na discussão do orçamento do estado são importantes as audiências públicas regionais, pois assim a população e seus representantes podem dialogar com os deputados estaduais e apresentar sugestões de acordo com a realidade da região de Sorocaba. Espero que este seja o início da caminhada para a realização do Orçamento Participativo Estadual.
O vereador Robertinho apresentou por meio de ofício sugestão de construção de creches em Porto Feliz e o prefeito Cláudio Maffei (PT) a duplicação da SP 97 (trecho Porto Feliz a Sorocaba), asfaltamento da estrada Bom Retiro, dentre outras sugestões.
Louvável as sugestões ao governo do estado de São Paulo e acredito que, se nossos representantes locais se pronunciam nas questões referentes ao orçamento estadual, por que não começarmos a pensar sobre a participação popular nas discussões sobre o orçamento anual municipal?
Há algum tempo acompanho sobre Democracia Participativa, e participação cidadã. Um dos meios da efetivação da participação popular se dá pelo processo do Orçamento Participativo.
Mas o que é Orçamento Participativo?
O Orçamento Participativo é uma importante ferramenta de controle social, para colaborar com a participação do cidadão em decisões que influenciarão na sociedade, quer seja no âmbito municipal, estadual ou federal.
De acordo com o professor e doutor em educação Eduardo Tadeu Pereira, o Orçamento Participativo (OP) “é instrumento fundamental de educação política no sentido de proporcionar, por meio de diferentes atividades, a possibilidade de se construir um novo senso comum emancipatório, que aponte no sentido de uma nova organização social, um “outro mundo possível”, baseado em novo senso comum contra-hegemônico.”
O procedimento do OP é dividido em fases, que são chamadas de plenárias regionais, momento de levantamento das demandas do bairro ou região, da escolha dos delegados, discussão em plenárias temáticas sobre saúde, educação, obras, dentre outros temas, e por fim, a formação do conselho municipal do orçamento participativo que acompanhará a execução do orçamento anual encaminhado pelo Executivo à Câmara Municipal.
Ouvimos muito sobre Transparência e principalmente Transparência Social, e acredito que podemos e devemos iniciar estudos de criação do OP em Porto Feliz, até para contribuirmos com o disposto no Estatuto da Cidade, art. 4º, letra “e”, em que um dos instrumentos de política urbana é o orçamento anual, e, para garantir a gestão democrática da cidade deverão ser utilizados todos os instrumentos necessários à participação popular.
Em Tempo: No dia 28 de setembro de 2011, será realizada audiência pública para Elaboração do Orçamento para o exercício de 2012, a partir das 14h, no auditório da Prefeitura Municipal, na Rua Adhemar de Barros, 340, Centro.
Julio Yamamoto é graduado em Direito, consultor imobiliário e assessor de gabinete do presidente da Câmara Municipal de Porto Feliz. Participa desde 2007 do Fórum Paulista de Participação Popular (FPPP). Email: julioyamamotopf@hotmail.com
Reflexões sobre Ética
Recentemente assisti ao filme Código de Conduta, para discutirmos sobre Ética:
A mensagem central do filme Código de Conduta é de que o sistema é imperfeito, pois foi criado por pessoas humanas, que agem desde os conceitos mais elementares popularmente chamados de maniqueístas, até os mais complexos, que envolvem todas as paixões e situações da mente humana.
Observamos que o conceito de Justiça apresentado no filme é daquela aprendida nas faculdades, exercitadas nos escritórios de advocacia e praticadas nos Tribunais americanos, de buscar manter tão somente o “status quo”, julgamentos e acordos feitos entre operadores do Direito mais preocupados com seus nomes e carreiras, e da repercussão na mídia. Infelizmente, não tão diferente do que ocorre no Brasil. Caso recente do promotor no estado de São Paulo tentando utilizar uma investigação e processo para interferir na política, ao invés de se ater ao universo jurídico, de maneira que cumpriria seu juramento e colaboraria com a segurança jurídica em nosso país.
É lamentável, pois na busca da verdade real, garantindo a ampla defesa e o contraditório, deveria ser culpado ou inocente de acordo com as provas e devido julgamento.
Para o protagonista, um ex-soldado, típico pai de família, a frase “o bem vencendo o mal” serve de principal argumento e justificativa para sua consciência pelos seus atos.
Nesta linha, a “prosperidade justa” e o “sofrimento malvado” levariam à felicidade pela verdadeira justiça e ao alívio por conseqüência.
Vemos que nem sempre o brocardo “melhor um mau acordo que uma boa demanda” é factível…
Justiça, bem como religião, crença na existência de Deus, valores, deve ser analisada como nos influenciam de forma coletiva, em sociedade e também de maneira subjetiva.
Neste sentido o subjetivo é que torna incerta a reação humana diante de situações que sempre parecerão ocorrer com o próximo, mas não conosco.
A mensagem central do filme Código de Conduta é de que o sistema é imperfeito, pois foi criado por pessoas humanas, que agem desde os conceitos mais elementares popularmente chamados de maniqueístas, até os mais complexos, que envolvem todas as paixões e situações da mente humana.
Observamos que o conceito de Justiça apresentado no filme é daquela aprendida nas faculdades, exercitadas nos escritórios de advocacia e praticadas nos Tribunais americanos, de buscar manter tão somente o “status quo”, julgamentos e acordos feitos entre operadores do Direito mais preocupados com seus nomes e carreiras, e da repercussão na mídia. Infelizmente, não tão diferente do que ocorre no Brasil. Caso recente do promotor no estado de São Paulo tentando utilizar uma investigação e processo para interferir na política, ao invés de se ater ao universo jurídico, de maneira que cumpriria seu juramento e colaboraria com a segurança jurídica em nosso país.
É lamentável, pois na busca da verdade real, garantindo a ampla defesa e o contraditório, deveria ser culpado ou inocente de acordo com as provas e devido julgamento.
Para o protagonista, um ex-soldado, típico pai de família, a frase “o bem vencendo o mal” serve de principal argumento e justificativa para sua consciência pelos seus atos.
Nesta linha, a “prosperidade justa” e o “sofrimento malvado” levariam à felicidade pela verdadeira justiça e ao alívio por conseqüência.
Vemos que nem sempre o brocardo “melhor um mau acordo que uma boa demanda” é factível…
Justiça, bem como religião, crença na existência de Deus, valores, deve ser analisada como nos influenciam de forma coletiva, em sociedade e também de maneira subjetiva.
Neste sentido o subjetivo é que torna incerta a reação humana diante de situações que sempre parecerão ocorrer com o próximo, mas não conosco.
E quem não é chorão?
Neste feriado prolongado estou aproveitando e lendo algumas matérias interessantes que “foram ficando”.
Uma delas é sobre o chorinho. Feliz coincidência, pois no dia 23 de abril, Dia Nacional do Choro li o texto que foi publicado na revista “Problemas Brasileiros”, nº 404, mar/abr 2011.
Na matéria o professor João Tomás do Amaral fala sobre a história do choro, suas origens e alguns dos principais nomes do choro e da música brasileira como Chiquinha Gonzaga e as marchas carnavalescas, Pixinguinha, Tom Jobim, Heitor Villa-Lobos (!), Luiz Gonzaga, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, conjuntos de choro…
Ainda, o autor afirma o registro do choro no exterior em 41 países, de Israel, passando por França, Portugal até o Japão.
Confesso que curto rodas de choro e, grata surpresa, o professor faz referência ao grupo Choro das 3, de Porto Feliz.
Quem sabe, cada vez mais não tenhamos eventos em nossa região com artistas e conjuntos de choro se apresentando…
Fica a sugestão…
Uma delas é sobre o chorinho. Feliz coincidência, pois no dia 23 de abril, Dia Nacional do Choro li o texto que foi publicado na revista “Problemas Brasileiros”, nº 404, mar/abr 2011.
Na matéria o professor João Tomás do Amaral fala sobre a história do choro, suas origens e alguns dos principais nomes do choro e da música brasileira como Chiquinha Gonzaga e as marchas carnavalescas, Pixinguinha, Tom Jobim, Heitor Villa-Lobos (!), Luiz Gonzaga, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, conjuntos de choro…
Ainda, o autor afirma o registro do choro no exterior em 41 países, de Israel, passando por França, Portugal até o Japão.
Confesso que curto rodas de choro e, grata surpresa, o professor faz referência ao grupo Choro das 3, de Porto Feliz.
Quem sabe, cada vez mais não tenhamos eventos em nossa região com artistas e conjuntos de choro se apresentando…
Fica a sugestão…
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